Em Salvador, pelo menos 30 casos são investigados, segundo dados obtidos pelo Correio. Como a doença não tem notificação compulsória, o número pode variar.

A doença mão-pé-boca é registrada com mais frequência em bebês e crianças com idade entre 6 meses e 3 anos. O vírus, altamente contagioso, provoca  febre alta que é sucedida, cerca de dois ou três dias depois da primeira manifestação, por pequenas vesículas com líquido que surgem nas mãos, pés e boca, o que explica o nome da doença. As bolhas vão se rompendo à medida que a doença evolui.

A transmissão ocorre por via oral/fecal, através do contato direto com secreções (por tosse ou espirro) e com objetos como chupetas, brinquedos ou fezes de crianças infectadas. (Metro1)